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FRESCA
Turvo, o livro de lançamento de Sérgio Morais, é um mergulho íntimo, cru e luminoso naquilo que se pensa para sobreviver aos dias. Um livro que observa o corpo, o vazio, a ternura possível e o humor que nos impede de desabar.
Nesta sua primeira obra, Sérgio Morais escreve como quem procura acalmar o estômago: sem filtros, sem adornos, mas com uma precisão que convoca todos os lugares onde a sombra respira.
Turvo é um exercício inesperadamente humano — sobre ver o outro, sobre ver-se, sobre o absurdo de existir e a graça que às vezes lhe aparece por engano.
Sérgio Morais
E O Éden É Tão Triste de Emanuel Madalena
VI
Bem-aventurados esses que são como um livro aberto
de miolo ao sol, a moeda falsa gravada na fronte
daquele que a fabricou,
códice espreguiçado em cauda de pavão
sem capa nem ordem
mas boa gramagem
– porque verão deus no cálcio da pele e na cinza do seu sangue.
Emanuel Madalena
às vezes parece que não
mas a minha poesia
pertence-me
a minha poesia é minha
a minha poesia é minha
minha e de quem mais a amar
e se a quiserem queimar
as cinzas juntam-se ao estrume
mas eu
ficarei intacta.
3ª edição
Francisca Camelo
POESIA
«A poesia de Dickinson é marcada por uma peculiar gramaticalidade: inserção forçada de plurais, posições sintácticas invertidas, ou, mui- tas vezes, desrespeito pelos géneros, pelas pes- soas ou pelas concordâncias verbais. É ainda necessário destacar da linguagem de Dickinson não só os desvios sintáctico-formais, mas ainda os desvios semânticos internos, aqueles que sustentam, pela ruptura, a arquitectura dos seus textos poéticos e que resultam numa linguagem críptica, compacta, plena de elipses, traduzida em textos que desafiam a tradição da poesia enquanto comunicação e oferecem à linguagem literária um lugar de destaque e autonomia mais próximo da estética que informa a poesia mo- derna. Excessiva, em relação ao seu tempo; excessiva, mesmo em relação ao nosso, pela opacidade de leitura e apreensão e pelas temáticas envolvidas. “Uma linguagem altamente des- viante que arrisca tudo”, como defende David Porter, pois, “na extrema elipse e transposição, desbasta a armadura mesma do sentido.”»
A luminous anthology of 100 queer poems - from Emily Dickinson and Wilfred Owen to Carol Ann Duffy and Ocean Vuong, edited by two prize-winning stars.
Selected by Patti Smith.
William Blake is one of Britain's most fascinating writers, who, as well as being a groundbreaking poet, is also well known as a painter, engraver, radical and mystic. In this collection Patti Smith has collected together her personal selection of Blake's poems, including the complete poems from the famous "Songs of Innocence" and "Songs of Experience", to give a singular picture of this unique genius.
AUTORES
Sophia de Mello Breyner Andresen
Eugénio de Andrade
Emily Dickinson
TEATRO
This second collection of Martin Crimp's work brings together four remarkable plays.
The Country
Attempts On Her Life
The Misanthrope
No One Sees The Video
Neva é uma peça sobre o Chile. Um grupo de atores ensaia uma peça de Tchékhov num teatro de São Petersburgo. O mundo é doméstico; uma sala de ensaio. Lá fora, os o¿ciais do czar disparam contra o povo, que marcha para melhorar as suas condições de vida. É janeiro de 1905 e, no inverno, a margem do Neva é impossível de imaginar. Mas é possível imaginar uma mesa e a família sentada a falar de política, enquanto lá fora Pinochet manda os seus o¿ciais matar as pessoas que o querem derrubar. Escrevi Neva porque os últimos quarenta anos da história do Chile foram de¿nidos pela revolução falhada do governo socialista de Salvador Allende. Depois do golpe de Estado de 1973, os corpos também ¿utuaram por um rio, o rio Mapocho, no centro de Santiago. A partir desse momento, refugiámo-nos numa vida doméstica, enquanto lá fora acontecia tudo o que acontece numa guerra. (Do prefácio do autor, neste livro)
A peça Os Belos Dias de Aranjuez marca o regresso em grande de Peter Handke à escrita teatral. Um homem e uma mulher num diálogo comovente e cúmplice sobre o amor, que deixa adivinhar uma intimidade de vários anos. A troca de recordações íntimas, a primeira vez. As banalidades, às vezes uma certa rudeza, do amor. Ou o que nele nos eleva e ilumina. E, como acontece sempre na escrita de Handke, à mistura com estas recordações, uma atenção singular ao mundo, à natureza, aos pequenos sinais quase imperceptíveis que são indissociáveis dos mistérios do amor. Escrita por Handke directamente em francês, Os Belos Dias de Aranjuez teve estreia mundial, na versão alemã, no Festival de Viena, numa encenação de Luc Bondy, que depois abriria também a temporada do Odéon, em Paris. O realizador Wim Wenders realizou um filme a partir da versão francesa, co-produzido por Paulo Branco.
AUTORES
Bernardo Santareno
Samuel Beckett
Anton Tchékhov
TODAS AS ARTES
«O próprio texto tem, aliás, parecenças com esses espectáculos de luz feitos para encantar, esplendorosos, fátuos e um bocadinho assustadores. A sua recepção entre as crianças é um assunto muito delicado. No meu trabalho, comecei por atender aos pedidos das gentes mais sensatas e substituí “A Tempestade” — que, ao que dizem, podia causar estremecimento — por “A Ilha Encantada”, pois que é assim referida pelo autor. E, quanto a sensatez, achei bastante.»
Includes four stories that make use of a first-person narrator, and relish its vagaries - the inability to remember facts, the uncertainty as to why he is speaking in the first place, and the loss of heart when explanations seem called for.
AUTORES
Valter Hugo Mãe
Marina Abramović
Susan Sontag
GALERIA FISSURA
Every part of me, Laura Calado (Girl Gag), 2024.
Caracteristicas: 60x70 cm, tinta acrílica e tinta de parede sobre tela
Sou o antes, o agora e o depois. Tudo o que me fere, também me abraça. Todas as partes de mim habitam a mesma casa, que me acolhe perante a destruição do todo.
Sem título, Ezra Félix (2021)
Características: Óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Ezra Félix (n. 1999) é artista plástique e reside no Porto, onde se licenciou em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes. Atualmente frequenta o mestrado de Estudos Literários, Culturais e Interartes, na Faculdade de Letras, onde integra o cineclube Lastro, tendo programado o ciclo “Resistência Palestina” em 2024. A sua pesquisa foca-se em teoria queer e disability studies em poesia e cinema. O seu trabalho artístico materializa-se na fotografia e em auto-publicações, abordando o luto e identidades lgbtqa+.
A Silver Tongue In a Black Mouth, Ezra Félix (2022)
Características: Gicleé print em papel Hahnemühle, 30 x 30 cm, Ed. 30 + PA
Ezra Félix (n. 1999) é artista plástique e reside no Porto, onde se licenciou em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes. Atualmente frequenta o mestrado de Estudos Literários, Culturais e Interartes, na Faculdade de Letras, onde integra o cineclube Lastro, tendo programado o ciclo “Resistência Palestina” em 2024. A sua pesquisa foca-se em teoria queer e disability studies em poesia e cinema. O seu trabalho artístico materializa-se na fotografia e em auto-publicações, abordando o luto e identidades lgbtqa+.
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